Plaza de España!
Essa praça, de certa forma, faz parte do Parque Maria Luísa, como um de seus espaços. Para chegar lá, o mais indicado é entrar pela frente desse Parque, seguir pelo caminho principal, aproveitando o clima gostoso entre as árvores e se deparar com a praça, chegando no ponto central, que é esse da foto acima. Algumas fotos do Parque Maria Luísa:
A Plaza de España foi construída em 1928. Ela recebeu a
permanente Exposição Ibero - americana de 1929, que é um conjunto de cerâmicas
que homenageiam cada província espanhola. Além disso, a praça é cheia de detalhes
lindos em azulejos, tem duas torres em
cada extremidade, um canal por onde é
possível passear de barquinho e muitas outras coisas, que as fotos vão mostrar
melhor.
Vista do centro rumo a Torre Norte
Torre Norte vista de pertinho.
A exposição na Plaza de España consiste em um conjunto de
painéis de azulejos de cada uma das cidades espanholas, um painel
ilustra uma cena histórica importante ocorrido na cidade e o outro,
o mapa da cidade com suas cidades vizinhas.
Painel de azulejo representando Toledo.
Eu, claro, não podia deixar de tirar foto com minha querida Granada :)
Detalhes de azulejos lindos
No chão também, mais azulejos
Menino aprontando ^^
Eu em cima de uma das pontes, enquanto um casal passeia
de barquinho no canal que tem na Plaza.
E lá também é cenário para noivos pousarem para fotografias!
Mais detalhes, lá no alto bustos de artistas espanhóis,
escritores, pintores...
Torre Sul e a visão da Torre Norte desde a Torre Sul.
Continuando ainda no Parque Maria Luísa, há outros espaços nesse parque que são interessantes.
Canteiros com rosas de todas as cores, na Plaza de América
De um lado da Plaza de América, há o Museo de Artes y Costumbres Populares de Sevilla
E de outro lado, o Museu de Arqueologia.
Por ali é possível ver muita gente de bicicleta e esse aí chamou
minha atenção, pois carregava sua filha dentro de um carrinho
preso à bicicleta.
Também havia a opção de alugar essas "bicicletas"
e sair passeando pelo parque com a família toda =]
Um dos últimos espaços que passei no Parque foi a
"Glorieta de las Palomas", que seria um espaço onde as pessoas
ficam jogando milho e muitos pombos se acumulam ali.
Revoada de pombos
Um senhor quase pousando pra foto
e um pombo em pleno voo.
Nas árvores ao redor da "Glorieta", mais pombos.
De lá do Parque Maria Luísa, fui conhecer a construção mais
diferente de Sevilla: o Metropol Parasol. É um mirante da cidade, cuja construção começou em 2005 e finalizou em 2011. É feito de madeira e só as fotos conseguem
explicar. É também conhecido
como "Las setas de La Encarnación", por ser localizado na Plaza de la
Encarnación no centro antigo de Sevilla. Infelizmente, não subi na
panorâmica que há aí, de onde se pode ver a cidade inteira. Esse espaço também é usado para feiras que ocorrem ao longo do ano; na segunda vez que estive na cidade, presenciei uma feira de artesanato da América Latina.
Feira que estava ocorrendo no espaço do Metropol.
No segundo final de semana que fui em Sevilla, para receber
meu visto de Portugal que já estava pronto, visitei duas outras atrações
turísticas. A primeira delas foi a Plaza de Toros, que seria a arena onde
ocorre as touradas, aquele evento típico espanhol. Vai parecer contraditório, mas eu não sou a favor das
touradas, esse esporte de matar touros por diversão; apesar disso, fui visitar a Plaza de
Toros, por ser algo da cultura espanhola e também porque lá tem um pequeno museu sobre a história das touradas em Sevilla, que
parece ser bem tradicional.
Frente da Plaza de Toros da Real Maestranza de Caballería de Sevilla.
Datada do século XVIII, já foi um espaço de uso exclusivo da Família Real Espanhola. O tour por dentro da Plaza só pode ser feito em um grupo com um guia que fala tanto em espanhol como em inglês. O preço para estudante é 4 euros, para adultos, 7 euros.
Primeira parte visitada é a arena onde ocorre os jogos.
Depois de observar e tirar fotos da arena, passamos às salas
do museu. A primeira sala é com pintura taurinas. Segue apenas algumas das obras expostas lá:
"Suerte de varas", 1850, de Manuel Rodriguez de Guzmán.
Do mesmo pintor, "Suerte de recibir".
Pintor Luis Juliá y Carreres.
Trajes do Maestro e da Banda da Maestranza do século XVIII.
Jogo das cabeças: as cabeças não eram reais, são feitas em papel macho. Eram penduradas e os toureiros deviam acertar as cabeças com lanças antes de começar os jogos com os touros.
Lanças para jogar nos touros. Por jogo são 6 touros a serem golpeados. Os touros não distinguem as cores, então a cor vermelha do pano utilizado pelos toureiros é só tradição. O que chama atenção do touro é o movimento do pano.
3 mulas levam o touro morto para fora da arena.
Roupas dos toureiros premiados ornamentados por ouro que,
de acordo com a guia, custam cerca de 6 mil euros.
No caso em que o touro consegue vencer, matando o toureiro, a tradição manda matar a vaca mãe desse touro, para que ela não dê mais luz a touros fortes. Eis algumas das cabeças dessas vacas empalhadas.
Capela dos toureiros - antes de toureiro, eles se reuniam aqui para rezar.
Pátio dos cavalos e os detalhes nas paredes.
A última atração de Sevilla que vou apresentar é a Casa de
Pilatos. Trata-se de um palácio residência dos Duques de Medinaceli. É
popularmente conhecido como Casa de Pilatos porque o seu primeiro proprietário,
1° Marques de Terife, em uma peregrinação a Jerusalém, percebeu que as medidas
do caminho percorrido por Jesus Cristo da Casa do Governador Pilatos até o
local onde foi crucificado, a Via Crucis, coincidiam com as medidas da sua
residência. Desde então, depois que ele retorna de sua peregrinação, ele
intitula os cômodos ao redor do pátio com o nome de cada etapa da Paixão de
Cristo.
A fachada da Casa de Pilatos não parece ser muito atraente,
mas seu interior é muito interessante.
O passeio pela Casa de Pilatos é feito obrigatoriamente com
áudio guia e custa 6 euros só a parte baixa e com o primeiro andar custa 8
euros. Foi a primeira vez que fiz um passeio com o áudio guia e achei
excelente, por você conhece muitas detalhes da história envolvida no local.
Pátio central da casa, o primeiro espaço com o qual
o visitante se depara ao iniciar o passeio.
Duas das quatro estátuas presentes no pátio central da Casa.
Arquitetura Mudejar.
Eu =)
Esse é o primeio jardim que passei, dentro da Casa, no caso o Jardim Menor.
Naquela época, a difícil aquisição de água fazia com que ter
um jardim fosse um privilégio raro.
Tanque, rodeado de vasos de flores que, talvez, na primavera,
deixem o cenário ainda mais bonito.
Depois do Real Alcazar (para quem não lembra, só rever o post anterior sobre Sevilla aqui), a Casa de Pilatos é a segunda construção mais significativa de Sevilla. Aqui nessa casa há a maior coleção de azulejos originais do século XVI, com mais de 150 desenhos diferentes organizados em painéis. Um encanto só! Vejam algumas fotos:
Eu entre os lindos painéis de azulejos sevillanos =)
Jardim Grande, com uma coleção de estátuas
Uma foto dos corredores do primeiro andar. Infelizmente eu não
visitei esse andar, onde há exposição de obras de arte que pertencem
ao acervo privado dos Duques de Medinaceli.
Esse é o pátio menor, o último espaço da visita, perto da saúda.
Com isso, finalizo minha exposição sobre os pontos turístico
visitados nessa cidade. No mapa turístico, no entanto, mostrava um longa lista
de lugares para visitar, como museu do flamenco, museu de cultura andaluz, museu da navegação,
etc. Sevilla de fato é uma cidade que não deixa a desejar. A noite também há
muitos barzinhos e festas para ir. Por ser assim tão diversa, em atrações,
cultura e com ótima organização urbana, não me arrependi de ter ido dois finais
de semana para o mesmo destino e penso em retornar noutro momento da minha
vida à preciosa Sevilla,
Na terceira vez me leva...
ResponderExcluirEu saí de Sevilla pensando exatamente em voltar contigo, Abor *-* acredito que vc gostaria de conhecer!
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